Biografia

Helena de Sousa Freitas nasceu em Lisboa, em 1976, e cresceu em Setúbal, onde reside.

Autora dos ensaios Jornalismo e Literatura: Inimigos ou Amantes? (2002), Sigilo Profissional em Risco (2006) e O DN Jovem entre o Papel e a Net (2011), tem também publicado poesia, conto e crónica em obras colectivas, em Portugal e no estrangeiro, e recebido diversos prémios literários.

Desenvolve trabalho na área da tradução e da revisão e colaborou, entre outros, com o Festroia – Festival Internacional de Cinema de Setúbal, o Muvi Lisboa – Festival Internacional de Música no Cinema e o Festival Literário de Macau – Rota das Letras.

Iniciou-se no jornalismo em 1996, começando por trabalhar na imprensa local de Setúbal e, entre 1998 e 2017, fez parte dos quadros da Lusa – Agência de Notícias de Portugal. Um dossier sobre e-books realizado ao serviço da agência valeu-lhe o Prémio Editorial Sociedade da Informação 2010, promovido pela APDSI.

Licenciada em Comunicação Social (ESE-IPS), pós-graduada em Direito da Comunicação Social (FD-UL) e mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação (ISCTE-IUL), está a desenvolver uma tese sobre os murais sociais e políticos enquanto forma de comunicação alternativa aos mass media, no âmbito do doutoramento em Ciências da Comunicação do ISCTE-IUL.

Em 2011, estreou-se atrás das câmaras com a curta-metragem Setúbal, Cidade Verde, distinguida com o Prémio do Público no IV Festival Curtas Sadinas.

Com um gosto especial pela fotografia, participou em várias exposições colectivas. A sua primeira exposição individual, Fungi, composta por mais de 50 fotografias de cogumelos, esteve patente na Herdade do Freixo do Meio, em Montemor-o-Novo, em 2015.

Ecologista convicta, tem sido voluntária em diversos projectos de protecção do ambiente, desde Um Lar para a Cegonha Branca, do FAPAS, até ao GARRRBAGE (Grupo de Acção pela Recolha, Reabilitação e Reutilização de Bens Aproveitáveis – Gerações Ecologistas), passando pela Quercus e pelo GISA (Grupo de Intervenção e Sensibilização Ambiental).

A sua acção cívica valeu-lhe o título de Herói do Ano, atribuído pelo Montepio e a revista Visão, em 2015, e o Prémio Teresa Rosmaninho – Jovem Líder, atribuído pela União Soroptimist Internacional de Portugal, por proposta do Clube Soroptimist de Setúbal, em 2016.